"A alegria que se tem em pensar e aprender faz-nos pensar e aprender ainda mais." Aristóteles
sexta-feira, 13 de maio de 2016
quinta-feira, 12 de maio de 2016
quarta-feira, 4 de maio de 2016
1º Prémio na modalidade de Crítica no Concurso Uma Aventura... Literária 2016.
Hoje recebi um email da Editora Caminho. Que orgulhosa fiquei!
"A Editorial Caminho tem o prazer de informar que ao trabalho do aluno Constança Maia Bacelar Gonçalves foi atribuído o 1º Prémio ex-aequo na modalidade de Crítica no Concurso Uma Aventura... Literária 2016. Muitos parabéns!
Depois do enorme sucesso da edição do ano passado, o número de participações no Concurso Uma Aventura… Literária 2016 volta a subir! Este ano, a Caminho recebeu 14.064 trabalhos ou seja mais 3.786 trabalhos do que na edição do ano passado. Os números falam por si e demonstram o enorme interesse que este Concurso continua a suscitar junto de professores e alunos de todo o país."
"A Editorial Caminho tem o prazer de informar que ao trabalho do aluno Constança Maia Bacelar Gonçalves foi atribuído o 1º Prémio ex-aequo na modalidade de Crítica no Concurso Uma Aventura... Literária 2016. Muitos parabéns!
Depois do enorme sucesso da edição do ano passado, o número de participações no Concurso Uma Aventura… Literária 2016 volta a subir! Este ano, a Caminho recebeu 14.064 trabalhos ou seja mais 3.786 trabalhos do que na edição do ano passado. Os números falam por si e demonstram o enorme interesse que este Concurso continua a suscitar junto de professores e alunos de todo o país."
O texto vencedor
Ao começar a ler o livro “Uma viagem ao tempo dos Castelos” pensei que se tratava de mais uma história de aventuras, mas descobri que este livro era muito mais do que isto.
Os dois irmãos, a Ana e o João, personagens do livro, levaram-me a outro “mundo”.
De repente, com a história a avançar e com a entrada da personagem Orlando e as suas gargalhadas roucas, entrámos na máquina do tempo e fomos até ao século XII.
Que engraçado foi ouvir contar na primeira pessoa a Batalha de S. Mamede, conhecer o Egas Moniz e o Infante D. Henrique.
A certa altura, tudo que apreendi em Estudo do Meio tornou-se real.
Não é que o Egas Moniz e a sua família foram mesmo com uma corda ao pescoço entregar a sua vida ao Rei de Leão e Castela?
Foi tão surpreendente a descrição do modo de vida dos servos da gleba – casas com uma só divisão, chão em terra coberta de palha que servia de cama; as crenças, as diferenças sociais.
A dada altura, eu própria, tal como a Ana, também me sentia uma pedinte.
E, romântica como sou, também corei com o beijo do Lourenço, filho de D. Egas Moniz.
No fim do livro, tal como a Ana e o João, não queria despedir-me do Orlando e da sua imensa sabedoria.
Li o livro à minha mãe e ela foi igualmente transportada pela máquina do tempo, para o século XII e para a sua infância de leituras.
Constança Gonçalves
Os dois irmãos, a Ana e o João, personagens do livro, levaram-me a outro “mundo”.
De repente, com a história a avançar e com a entrada da personagem Orlando e as suas gargalhadas roucas, entrámos na máquina do tempo e fomos até ao século XII.
Que engraçado foi ouvir contar na primeira pessoa a Batalha de S. Mamede, conhecer o Egas Moniz e o Infante D. Henrique.
A certa altura, tudo que apreendi em Estudo do Meio tornou-se real.
Não é que o Egas Moniz e a sua família foram mesmo com uma corda ao pescoço entregar a sua vida ao Rei de Leão e Castela?
Foi tão surpreendente a descrição do modo de vida dos servos da gleba – casas com uma só divisão, chão em terra coberta de palha que servia de cama; as crenças, as diferenças sociais.
A dada altura, eu própria, tal como a Ana, também me sentia uma pedinte.
E, romântica como sou, também corei com o beijo do Lourenço, filho de D. Egas Moniz.
No fim do livro, tal como a Ana e o João, não queria despedir-me do Orlando e da sua imensa sabedoria.
Li o livro à minha mãe e ela foi igualmente transportada pela máquina do tempo, para o século XII e para a sua infância de leituras.
Constança Gonçalves
segunda-feira, 2 de maio de 2016
Aula da Beatriz: palavras onomatopaicas e onomatopeias
No dia do seu aniversário, a Beatriz deu-nos uma aula sobre as palavras onomatopaicas e onomatopeias. Para isso, usou um poema "Vozes dos Animais"de Pedro Dinis. Identificamos as palavras onomatopaicas no poema.
Para consolidar a matéria fizemos um jogo com imagens e palavras cruzadas. A Beatriz soube ser uma professora dedicada.
Parabéns, foste uma professora estrelinha.



















Para consolidar a matéria fizemos um jogo com imagens e palavras cruzadas. A Beatriz soube ser uma professora dedicada.
Parabéns, foste uma professora estrelinha.
Aula do Cristiano - poupar água
Todos sabemos como a água é muito importante na nossa vida. No entanto, nem sempre cuidamos dela como devíamos. Por isso mesmo o Cristiano preparou-nos uma aula sobre "Como poupar água!". para a sua aula preparou um cartaz e no final preenchemos um inquérito pessoal para refletirmos nas nossas praticas.Ficamos a saber se eramos poupadores ou gastadores de água.
Obrigada, Cristiano, a tua aula foi muito importante. És um professor estrelinha!










Obrigada, Cristiano, a tua aula foi muito importante. És um professor estrelinha!
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